Segunda-feira, 13 de Julho de 2009

Oliveira Júnior, Manoel Farias e Glauco Brito

Residência CG















Pavimento térreo
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Pavimento Superior
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Corte transversal
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Corte longitudinal
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A Residência Gonçalves foi planejada para atender as expectativas de uma habitação urbana, mas que devido a sua inserção num contexto litorâneo guardasse as referências de uma casa de praia. O partido adotado, aludindo às reflexões de Armando de Holanda, propõe uma coberta frondosa , a permeabilidade dos ambientes e uma convivência com o espaço exterior.

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O programa bastante extenso exigiu um elevado índice de ocupação e consequentemente a otimização no aproveitamento do terreno. Deste modo tornou-se compulsório o tratamento paisagístico das áreas remanescentes de forma a amenizar o impacto entre o ambiente constuído e o terreno natural.
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O térreo abriga os ambientes sociais e de serviço enquanto que o pavimento superior ficou reservado à área íntima.

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A obra utiliza-se de referências marcadamente vernaculares, explorada nos elementos construtivos como a madeira, a pedra e a cerâmica; e contemporâneas, nos apoios metálicos em aço inox. O frio da cor azul que “solta” todo o telhado do corpo da edificação equilibra e complementa, cromaticamente, o tom quente do laranja, aplicado na varanda.

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Os terraços exercem um papel fundamental no equilíbrio da proposta. Não apenas por proteger os ambientes internos da insolação abrasadora, mas fundamentalmente por estabelecer uma conexão visual com o espaço urbano, ampliando os horizontes do espaço edificado.

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Na fachada leste, onde foram dispostos os ambientes de maior permanência, utilizou-se esquadrias com veneziana móvel para controlar a iluminação natural e o fluxo dos ventos dominates. Na fachada poente foi utlizada uma alvenaria de maior espessura para inibir a transmissão de calor para a circulação interna.

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Ficha técnica

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Arquitetura: Oliveira Júnior, Manoel Farias e Glauco Brito

Colaboração: Ricardo Vidal

Fotos: Cácio Murilo

Local: Bessa, João Pessoa/Pb

Projeto: 2002

Obra: 2003

Terreno: 360,00m²

Área: 367,43m²


Quarta-feira, 8 de Julho de 2009

Fábio Romero

Holanda's Life Place









Ficha técnica
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Arquitetura: Fábio Romero
Cliente: Holanda Imobiliária e Contrutora
Local: Cabo Branco, João Pessoa/PB
Imagens obtidas no site do arquiteto

França quer reurbanizar Paris na próxima década

Daniela Fenandes - BBC Basil


O projeto do arquiteto Roland Castro prevê transformar o Parque de la Courneuve, ao norte de Paris, em algo semelhante ao famoso Central Park, em Nova York.

Uma exposição com dez projetos de arquitetos renomados para reurbanizar Paris foi inaugurada nesta quinta-feira.

Os projetos formam o "Grand Paris", um dos maiores planos de reurbanização da cidade desde a construção, no século 19, de grandes avenidas na cidade.

O presidente da França, Nicolas Sarkozy, apresentou os projetos - que incluem arranha-céus futuristas, linhas de metrôs suspensas que ligarão a capital à periferia, construções ecológicas e também projetos de desenvolvimento do transporte fluvial.

O governo da França ainda está discutindo o financiamento e a execução das obras. Sarkozy quer que as obras comecem em 2012. A previsão do governo francês é de que elas durariam dez anos, custariam 35 bilhões de euros e gerariam um milhão de empregos.

Os dez projetos expostos fazem parte de uma seleção inicial feita pelo governo francês, após estudos realizados por comitês de especialistas, para transformar a capital e seus arredores. Eles estão expostos na Cidade da Arquitetura e do Patrimônio de Paris.

'A França do pós-crise'

Sarkozy afirmou não se opor à construção de prédios elevados na cidade "se eles se inserirem de maneira harmoniosa na paisagem urbana".

"Podemos construir alto, baixo, pequeno ou grande desde que seja bonito. A única coisa condenável é a feiúra", disse o presidente.

Os transportes urbanos são uma das grandes prioridades do "Grand Paris". Sarkozy anunciou que o governo pretende investir 35 bilhões de euros para facilitar a locomoção dos parisienses e dos moradores das periferias da capital.

O governo prevê a criação de uma rede rápida de metrôs, cujos trens circulariam a pelo menos 80 km/h. A rede ligaria diversos subúrbios em um raio de 130 quilômetros. Os novos metrôs e trens funcionariam 24 horas por dia e sem maquinistas.

As novas obras de infra-estrutura, segundo o governo, devem criar um milhão de empregos no prazo de 20 anos.

"O Grand Paris é a França do pós-crise", disse Sarkozy, que afirmou esperar que as obras já comecem em 2012, com prazo de dez anos de duração.

"Esse projeto ambicioso está sendo atualmente discutido. Um projeto de lei sobre o financiamento dos transportes deve ser apresentado em outubro", disse Sarkozy.

O presidente francês também defendeu a ideia de criar parques semelhantes ao Central Park, de Nova York, em periferias de Paris, e plantar uma floresta de 2,5 mil hectares na área do aeroporto Charles de Gaulle.

Os projetos

Os dez projetos escolhidos foram realizados por arquitetos franceses e estrangeiros.

Christian de Portzamparc, que construiu a Cidade da Música, no Rio de Janeiro, quer criar um metrô suspenso na periferia. Esse novo eixo, com 35,5 quilômetros de circunferência, teria cerca de 20 estações.

O projeto do arquiteto francês Antoine Grumbach prevê ligar Paris ao mar, à cidade Le Havre, na costa Atlântica, no norte da França, para desenvolver o transporte marítimo da capital.

Já o britânico Richard Rogers, que construiu o Centro Georges Pompidou, em Paris, planeja uma cidade mais compacta e melhor conectada, com mais parques e um modo de vida mais voltado para a defesa do meio ambiente, favorecendo, por exemplo, o uso da bicicleta e de carros elétricos.

Jean Nouvel, que construiu o Instituto do Mundo Árabe e a Fundação Cartier, em Paris, propõe mudanças no topo da Torre Montparnasse, a mais alta da capital, com 210 metros. Construída nos anos 70, até hoje muitos parisienses acham que o prédio não combina com a paisagem da cidade.

O projeto de Roland Castro propõe, além da construção de um "Central Park" na periferia de La Courneuve, a criação de um porto fluvial em Roissy (na região do aeroporto Charles de Gaulle) e de um centro empresarial na ilha de Vitry, no rio Sena.

A exposição "Grand Paris", na Cidade da Arquitetura e do Patrimônio, fica em cartaz até 22 de novembro.




Nesta ilustração, o arquiteto Roland Castro propõe um porto fluvial em Roissy e um centro empresarial na ilha de Vitry, no rio Sena.


Portzamparc, que construiu a Cidade da Música, no Rio de Janeiro, quer criar um metrô aéreo na periferia. Esse novo eixo, com 35,5 quilômetros de circunferência, teria cerca de 20 estações.



Christian de Portzamparc prevê em Aubervilliers, na periferia, uma nova estação de trem para o tráfego entre Paris e o norte da Europa, e um bairro com prédios comerciais e residenciais, com metrô aéreo.



O renomado Jean Nouvel, que construiu o Instituto do Mundo Árabe e a Fundação Cartier, em Paris, propõe mudanças no topo da Torre Montparnasse, a mais alta da capital, com 210 metros.


Os italianos Bernardo Secchi e Paola Vigano planejam a cidade com velocidades diferentes. Nas áreas com velocidade média, haveria bondes. As áreas lentas, fora de Paris, dariam prioridade a pedestres e ciclistas.
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Fonte: BBC Brasil

Terça-feira, 7 de Julho de 2009

Antonio Cláuio X. Massa e Ernani Henrique Júnior

Edifício Residencial Parália















Pavimento Térreo
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Pavimento Tipo
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Fcha técnica
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Arquitetura: Antonio Clúdo X. Massa e Ernani Henrique Júnior
Local: Bessa, João Pessoa, Paraíba
Imagens: Olveira Junior
Maquete eletrônica e fotomontagens cedidas pelos arquitetos
Croquis:Ernani Henrique Júnior

Sábado, 4 de Julho de 2009

Minha Casa Minha Vida em discussão

Vice Presidente da Caixa recebe arquitetos
Quinta passada, dia 2 de julho, estiveram em audiência com o Vice Presidente da Caixa Econômoca Federal, arquiteto Jorge Hereda, os presidentes da Federação dos Arquitetos e Urbanistas - FNA, dos Sindicatos dos Arquitetos de SP e DF e mais a Diretora Bertha Costa. Participaram da solenidade um representante de cada um dos movimentos sociais, usuários do Programa Minha Casa Minha Vida, para debater a Cartilha do Programa e diversos itens.
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O encontro aconteceu logo após as críticas dos arquitetos ao formato original da Cartilha do projeto Minha Casa Minha Vida, a qual apresentava alguns exemplos de plantas que estariam sendo utilizados pelos empreendedores como modelo para aprovação dos projetos junto a Caixa.
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Na reunião, também estavam presentes, o Presidente do IAB-DN e parte de sua Diretoria, além do Ex-Presidente do IAB-DN, Demetre Anastassaksis e a Presidente do IAB-MG. Do encontro ficou acordado que a Caixa receberia até segunda feira dia 6 de julho propostas encaminhadas pelos arquitetos, naquilo que se refere aos Empreendimentos - itens técnicos, para serem incoporadas pela Cartilha Minha Casa Minha Vida.
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O presidente da FNA, Ângelo Arruda está convocando os arquitetos a enviarem contribuções, em caráter de urgência, através do endereço eletrônico fna@fna.org.br.

Fonte: Federação dos Arquitetos e Urbanistas - FNA

Sexta-feira, 3 de Julho de 2009

Edifíco inteiro tomba em Xangai









No sábado, 27 junho às 5:40 no Distrito Minhang em Xangai, um edifício residencial em construção, de 13 andares tombou quase intacto. Um trabalhador que estava no interior do edifício morreu no momento em ocorreu o desastre . A licença do incorporador estava expirada, mas de forma alguma ele deixou de avançar com o empreendimento, conhecido como o "Lotus Riverside". Há 7 outros edifícios do complexo em construção, mas eles foram confirmadas como seguros. Dá pra acreditar ?(grifo meu).
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É comum na China as famílias comprarem os imóveis na planta (aqui não é diferente)antes da obra estar concluída e, neste caso, 77% dos apartamentos neste edifício foram vendidos. Estes proprietários agora pedem seu dinheiro de volta (Se lá for igual ao Brasil tenho pena deles).
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Os outros proprietários que compraram apartamentos nos outros 7 edifícios do mesmo complexo, como é de se imaginar, não tem nenhuma pressa para avançar nas suas novas habitações e desejam obter seu dinheiro de volta também.
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A causa deste épico estrutural não está sob investigação, mas
fontes primárias alegam de que um erro na construção e as condições do solo instável são as prováveis causas.
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Quarta-feira, 1 de Julho de 2009

Cazu Zegers + Grupo AIRA

Casa Atelier Cubo









Um Workshop, atelier cubo, para um pintor. No meio da floresta, existe um forte volume, perfilado, medindo a paisagem de suas bordas. Um cubo de 9x9 m em planta e elevação, que deve conter em seu pé direito triplo o vazio interior da vida e do trabalho de um artista. Vida e trabalho que exige tal magnitude: pinturas de grande formato e uma luz tênue e indireta, são variáveis a considerar na concepção. Assim, o volume tende a tornar-se hermético para o norte, abrindo à luz do sul, luz invariante, sem raios. Esta orientação, por sua vez, dá-nos a plena contemplação do Vulcão Villarrica e as suas neves eternas. Varandas internas que abrem para o vazio interno e a vida cotidiana, em uma distância cuidadosa. O projecto decorre, em síntese, da procura de uma determinada condição de equilíbrio e de repouso, expressa em partidos formais com base em seções Aureas. Finalmente prevalece a austeridade do cubo, um contraponto à exuberância do meio ambiente natural.
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Ficha técnica
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Categoria: Habitação Familiat
Nome da obra: Casa Atelier Cubo
Arquiteto: Cazu Zegers
Colaborador: Grupo Aira (Juan Pablo Almarza)
Cliente: Alfredo Echazarreta
Cálculo estrutural: OPH ingeniería, Oscar Paredes
Inspecção técnica: Cazu Zegers
Construção: estrutura metálica, Juan Carlos Almarza
Instalação Elétrica: Jaime Aceituno
Outros: Metal Chaminé, David Jolly
Área construida: 140 m²
Localização: O Campo Ilha Kawelluco. Região IX - Chile
Área do terreno: 1 hectare
Ano de projeto: 1999
Ano de construção: 2000 - 2004
Imagens:
Guy Wenborne