sexta-feira, 10 de outubro de 2008

Paulo Macedo Arquitetura

Residence Valle Valogenes







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Ficha técnica
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Arquitetura: Paulo Macedo Arquitetura
Local: Manaíra, João Pessoa - PB
Construção: Vertical Engenharia

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

Opinião

Renovação na Câmara Municipal 
Oliveira Júnior ¹


Com um resultado esmagador de quase 75% do total de eleitores, o prefeito Ricardo Coutinho confirma seu favoritismo e se reelege para o segundo mandato à frente da prefeitura de João Pessoa. Se as urnas demonstraram um elevado índice de satisfação com as ações do governo municipal, elas não pouparam a câmara dos vereadores. Dos 20 vereadores que disputaram a reeleição, apenas 9 conseguiram tal façanha. Ficaram de fora da Casa de Napoleão Laureano até aliados mais chegados de Coutinho. 
Este momento não pode passar sem uma reflexão por parte da classe política e da sociedade em geral sobre os fatos que levaram a essa renovação. Se por um lado, a transmissão televisiva das sessões da câmara amplificaram a visibilidade do debate entre os vereadores, deixando claro o posicionamento individual sobre as questões mais polêmicas da cidade, por outro lado, a elevada aceitação popular da administração municipal mitificou o prefeito e nocauteou a inteligência do legislativo, minimizando o questionamento lúcido e racional ou induzindo a fáceis alianças. Parafraseando Rubem Alves, diria que "o mito inibe o pensamento e induz o comportamento". Não eximindo minha empatia com a atual administração municipal, acredito que se faz mister a construção de uma oposição séria, comprometida com a base que a elegeu e, acima de tudo, com os maiores interesses da população, pois se o próprio prefeito declarou em entrevista coletiva que sentiu falta da oposição neste último pleito, imagine nós!
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1. Oliveira Júnior é arquiteto e professor do Curso de Arquitetura e Urbanismo do Unipê

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Enrica Mosciaro

Hotel Mod 05










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Ficha técnica
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Arquitetura: Enrica Mosciaro

Consultores
Iluminação: VIABIZZUNO 
Estruturas: Marinho Gavasso 
Paisagismo: Studio Quattrini 

Construção 
Direção da obra: Andrea Aloisi, Enrica Mosciaro
 
Cliente: Italgestioni Spa  

Fotografias:Ciro Frank Schiappa 

Projeto: janeiro 2000 
Obra: dezembro 2007 

Lote: 3337 m² 
Área construída: 3002 m² 

Site: http://www.fusina6.com

domingo, 28 de setembro de 2008

Kanner Architects

The Hollywood
















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Ficha técnica
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Arquitetura: Kanner Architects
Local: Los Angeles, California
Site: www.kannerarch.com

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Project A.01 Architects

Residence klosterneuburglower - Austria














Planta Baixa Térreo
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Planta Baixa 1º Pavimento
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Planta Baixa 2º Pavimento
.Planta Baixa Cobertura
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Corte Longitudinal
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Ficha técnica
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Local: Austria
Projeto: 2003
Início do Projeto: 09/2003
Construção: 08/2004 - 04/2006
Cliente:privateoverall
Área do terreno: 3418 m²
Área de construção: 490 m²
Técnico em construção: dipl. ing. Mischek
Engenheiro: dipl. ing. Augustin, Vasko & Partner
Construtora: W. Ruck G.m.b.H
Fotografias: Nadine Blanchard and Andreas Schmitzer
Copyright (1-11,16-25), Nadine Blanchard
Site:
www.schmitzer.com

domingo, 14 de setembro de 2008

Cristiano Rolim & Ricardo Nogueira

Residência no Alphaville



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O DESEJO 

Para lançar o empreendimento imobiliário do Condomínio residencial Alphaville – João Pessoa, o escritório foi contratado para projetar uma casa padrão dentro da área de preservação rigorosa estabelecida pelo órgão patrimonial estadual já que no loteamento se encontra um bem tombado, a sede da fazenda Boi Só e seu entorno imediato. 

A intenção era mostrar aos compradores do condomínio que mesmo na área de maior restrição, havia a possibilidade de executar no menor lote do condomínio um projeto que representasse o estilo de vida Alphaville., 

O PRODUTO  

O estilo Alphaville se instala em João Pessoa, um conceito de urbanismo privilegiado, em uma locação especial, cercada de história e memória afetiva. Uma porção da cidade resguardada à espera de intervenção 

Uma casa que, respeitando as normativas do condomínio e dos órgãos de preservação estadual, se insere na paisagem como representante do nosso tempo. Uma proposta em dois níveis com garagem para dois carros, sala para dois ambientes, varanda integrada a área de lazer, gabinete e banheiro social, copa, cozinha, área de serviço e dependência para empregada no térreo e três suítes com varanda e saleta intima no superior. 

Uma casa que abre os espaços em grandes volumes que se sobrepõem em um jogo de sombras e cores. Uma obra contemporânea, uma arquitetura que reflete a tradição do legado modernista, um registro atual em um espaço conceituado de história, uma arquitetura moderna, reflexo do nosso tempo. 

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Ficha técnica

Arquitetura: Cristiano Rolim e Ricardo Nogueira

Local: Alphaville João Pessoa / PB

Bienal de Veneza propõe resgate do 'lar doce lar' pela arquitetura

A Bienal de Arquitetura de Veneza, a principal do mundo, abre as portas ao público tentando reacender um diálogo que parece ter se perdido com o passar do tempo: o do criador de casas com o que mora e vive nelas.
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Entre os dias 14 de setembro e 23 de novembro, a mostra Out There: Architecture Beyond Buildings (algo como Lá Fora: A Arquitetura para Além dos Edifícios, em tradução livre) quer resgatar os valores da arquitetura perdidos em "túmulos de cimento" - ou seja, em edifícios modernos que sufocam a realização de chegar em casa e "se sentir" em casa, e não em num simples dormitório.
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Em 56 pavilhões estrangeiros, cem arquitetos convidados - entre eles, Frank O. Ghery, Zaha Hadid, An Te Liu, Herzog & Mede Meuron - e 300 profissionais do setor, trouxeram para a mostra o que viram e ouviram de seus clientes.
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.A exposição pretende ouvir quem vive no microcosmo criado pelo arquiteto e provocar maior interação entre o arquiteto e a população.
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O diretor da Bienal, o holandês Aaron Betsky, quis exibir um olhar de dentro para fora, avaliar o ponto de vista de quem vive os pontos positivos e os negativos da arquitetura na própria pele.
Segundo ele, o grande problema é a inércia da arquitetura. "Ela não representa apenas 'o construir', mas sim o ir mais além. Os prédios nada mais são do que uma realidade insuficiente, se transformaram em 'túmulos de arquitetura'. Eles são grandes e caros e dificilmente se adaptam as novas exigências da vida moderna", comentou, durante a apresentação da Bienal.
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O Brasil colheu ao pé da letra a proposta da Bienal. O curador do pavilhão brasileiro, o arquiteto Roberto Loeb, saiu a campo para ouvir os relatos de 86 pessoas das mais diferentes idades, classes sociais e profissões. E transformou esses depoimentos em painéis fotográficos e as paredes em grandes murais.
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Deu a palavra desde a um anônimo sem-teto que vive embaixo de um viaduto em São Paulo até uma famosa atriz, que reclama do quarto orientado para o oeste e que se transforma num "forno" ao longo da tarde.
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Figura 01 - A Bienal de Arquitetura de Veneza sublinha a valorizção do espaço interno para o bem-estar de quem está dentro. Este barraco criado embaixo de um viaduto em São Paulo revela a necessidade e a capacidade de um homem simples em transformar a sobrevivência numa arte maior.

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Figura 02 - A Bienal critica as construções que condenam o morador ao isolamento. Esta instalação holandesa denuncia a falta de contato humano entre moradores, que se tornam reféns da própria solidão, 'construída por uma arquitetura social'.
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Dentro do pavilhão foram criadas duas grandes salas de leitura, como se fossem a biblioteca de uma casa.
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"Começamos pelas memórias de cada um, das coisas mais importantes das vidas até as propostas que alguns fazem para as ruas, as praças, para o mundo, para a infra-estrutura de hoje", explicou para a BBC Brasil, Roberto Loeb.
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"Encontramos uma babá na zona sul do Rio do Janeiro que propôs soluções viárias para a cidade, através de viadutos e pistas. Ela propõe ainda a criação de centros de educação física onde vive, em Caxias, nos quais as crianças aprenderiam lutas marciais e assim ganhariam auto-estima que ajudaria no respeito a si próprio e aos outros", comentou o arquiteto.
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Outro exemplo é foto de uma casa de um sem-teto, decorada com calotas de ônibus, plástico amarelo e outros materiais encontrados na rua, apresentada no principal muro do pavilhão.
"É um palácio feito com restos. Com amor, com sensibilidade se pode fazer muito com pouco. Ele reciclou tapetes e moveis velhos e fez um canto que e' um encanto", resume Roberto Loeb.
"Achei que era o momento de trazer para a Bienal o 'não-arquiteto', a voz de pessoas que de uma forma ou de outra usam ou não o trabalho do arquiteto."
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De volta às origens
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A reciclagem está na ordem do dia nesta Bienal. Por todo o chamado Giardini, onde estão os pavilhões das nações participantes, e em algumas áreas do Arsenale, onde foi montada uma exposição chamada Installations, se vêem pequenos viadutos feitos com madeira e galões de plástico.
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Nas mãos de arquitetos estes materiais destinados ao lixo ressuscitam e ganham uma nova função e forma cada vez mais arrojadas e inovadoras.
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Projetos de revitalização de espaços urbanos 'mortos', com os parapeitos de viadutos, tetos e paredes de prédios, prevêem uma verdadeira revolução verde.
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A implantação de pequenos jardins suspensos serve para devolver ao habitante da cidade o contato com a natureza.
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Mais do que apresentar soluções milagrosas para a questão da habitação no mundo, a Bienal propõe interrogações através de instalações sobre a necessidade do ser humano valorizar, viver e possuir o espaço à sua disposição.
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O conhecido arquiteto Frank O. Gehry, que criou, entre outros projetos, o do Museu Guggeneheim em Bilbao, trouxe uma maquete gigante de um hotel em construção em Moscou. Em tempo real, e diante do público, um grupo de artesãos de Veneza completa a obra, cobrindo a estrutura de madeira com argila, segundo orientação do arquiteto.
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"Enquanto muitos buscam novas formas com tecnologia de ponta, Frank O. Gehry volta às origens e mantém as raízes nos elementos naturais", afirmou um dos artesãos à BBC Brasil.
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