terça-feira, 13 de julho de 2010

Ricardo Vidal

Centro Empresarial


Vista Sudeste
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Premiado em outubro de 2009 pelo IAB PB na categoria edificação comercial / serviços, este projeto foi idealizado para ser um ponto de referência na cidade de João Pessoa. Será localizado na Avenida Epitácio Pessoa, área nobre, atraente a projetos desse porte.
Seu embasamento (shopping com 80 lojas) com três pavimentos, respeita o gabarito das edificações circunvizinhas, como o Ministério da Fazenda e Caixa Econômica Federal, em contraponto com a torre de 25 pavimentos tipo, de 400m² cada. A laje de cobertura do embasamento se transformou em terraço com jardim, um espaço de descontração para os usuários do edifício.
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A volumetria da edificação baseia-se em uma casca branca que a percorre nas direções horizontal e vertical, formando uma visível ligação base-torre. Esta casca envolve três volumes em pele de vidro: um correspondente à base e outros dois correspondentes à torre, separados pelo 18º pavimento, de pé-direito duplo vazado, configurando uma praça mirante.

Croquis conceitual
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Em oposição à leveza da casca e vidros, um volume visualmente fechado configura um equilíbrio formal à composição. Em planta, ele corresponde ao core, espaços técnicos e sanitários. Externamente, serve como proteção natural à forte insolação do poente, gerando economia nos custos em energia elétrica.
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Plasticamente, o volume fechado é propositalmente separado do restante do edifício, mas unido a ele em um único ponto. Na praça mirante, uma caixa amarela interliga os volumes, com a intenção de destacar suas formas e marcar a arquitetura como um ponto focal, visível de outros pontos da cidade.

Aspectos técnicos

Uma exigência dos investidores é que este edifício seja feito com tecnologias acessíveis, porém inseridas nos ideais de desenvolvimento sustentável. Portanto, devem ser tomadas como referência tecnologias utilizadas em construções deste gênero em outros centros. Entre eles, aproveitamento de águas pluviais, possibilidade de utilização da ventilação natural, e utilização de vidros com baixo índice de aquecimento por irradiação solar.

Outros aspectos inerentes a legislação municipal e ao melhor funcionamento possível do edifício estão definidas. Entre eles:
• Estacionamento no subsolo – distribuído em 4 pavimentos de subsolo, o estacionamento com 370 vagas foi elaborado em meios níveis, a fim de evitar a perda de espaço com rampas;
• Planta livre – com um limite máximo de oito salas a serem divididas, o pavimento tipo constará de sanitários masculino e feminino e planta livre, sem paredes, com total flexibilidade para os interessados em adquirir uma fração ou até mesmo todo o andar;
• Piso elevado e shafts – sugerimos a previsão de piso elevado nos pavimentos e shafts ao longo do edifício, a fim de aumentar a flexibilidade de usos sem o incômodo de reformas. Dessa forma, através desses artifícios, poderão ser feitas instalações hidráulicas, elétricas, de lógica ou mesmo o insuflamento de ar-condicionado, de acordo com os projetos individuais dos proprietários;
• Dry wall – sugerimos também que os fechamentos das salas sejam feitos com a tecnologia de construção a seco, mais limpa, rápida e leve que a convencional em tijolos, diminuindo a carga sobre a estrutura;







Volume do Embasamento


Fachada Oeste


Vista Nordeste
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Ficha Técnica:
Arquitetura e SketchUp: Ricardo Vidal
Imagens Renderizadas: Bruno Gouvêa
Local: João Pessoa PB
Área do Terreno: 3000m²
Ano do Projeto: 2009

Curiosidade: minha vida de cachorro

Talvez o jargão pejorativo "vida de cachorro" precise ser redefinido, se a referência em questão for a Golden Retriever Nika. Com um design moderno, o confortável abrigo proposto pelo estudante de arquitetura do Centro Universitário de João Pessoa, Rodrigo Rathge, se utiliza de um conjunto de brises de madeira para permitir a circulação da ventilação natural e filtrar o execesso da luz solar no interior da casinha da cadela.
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A pequena escala do objeto em questão não minimizou o entusiasmo de Rathge em oferecer uma solução sensível e criativa para atender as necessidades de abrigo da usuária. 
No princípio a proprietária da Golden relutou em executar a proposta. Afinal não é comum esse nível  de preocupação com o abrigo de um cão. Pela expressão de Nika percebe-se que a dedicação de Rathge foi recompensada e o projeto aprovado.

Design: Rodrigo Rathge
Imagens: Rodrigo Rathge

domingo, 4 de julho de 2010

Expedito de Arruda

Residência no Altiplano - João Pessoa/PB



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Ficha técnica
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Arquitetura: Expedito de Arruda
Imagens: Oliveira Júnior

Jerônimo e Pontual

Centro Empresarial em Boa Viagem - PE 


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Ficha técnica
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Arquitetura: Jerônimo Carvalho e Carlos Pontual
Imagens: Oliveira Júnior

sábado, 3 de julho de 2010

Concurso Inspetoria do CREA-PB

Comunicado

Por solicitação da coordenadora da equipe que obteve o primeiro lugar no concurso nacional de projetos para a Inspetoria do CREA-PB em Campina Grande, arquiteta Rochelle Castro, a publicação da proposta vencedora foi temporariamente retirada do ar e reprogramada novamente para ser exibida após o dia 15/07/2010, nova data da cerimônia de entrega da premiação do concurso a ser realizada na sede do IAB-PB em João Pessoa. Deste modo a postagem ficará indisponível até às 00:00h do dia 16/07/2010.







 


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De qualquer forma continuaremos publicando as outras propostas que nos forem enviadas pelas demais equipes  participantes do certame.

quarta-feira, 30 de junho de 2010

O Museu do Amanhã - Santiago Calatrava

Compromisso com o quê?
Oliveira Júnior¹


O sorriso de calatrava reflete um certo deslumbramento quase pueril diante do protótipo da sua mais recente criação: o Museu do Amanhã. Ainda embasbacados como crianças, insistimos em nos admirar com o novo brinquedo que acabamos de ganhar. Ou pelo menos nos prometeram!
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Aparentemente mais uma magnífica obra de um dos arquitetos de maior renome internacional, eleito em 2005 pela revista americana Time como uma das 100 pessoas mais influentes do mundo. Quem ousaria questiona-lo?
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Em 30 segundos o espetacular vídeo de apresentação da proposta remonta a evolução urbana do Rio de Janeiro e dedica pouco mais de 2 minutos para fazer um passeio aéreo pelo entorno da maquete do edifício do Museu. Os diversos ângulos de visão do mar em direção à costa são estonteantes e tem sempre como ponto focal, obviamente, a "delicada" estrutura do Museu.
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Estrutura essa dotada de painéis articulados que se movem de acordo com a posição do sol ao longo do dia. Acostumado a se inspirar em formas orgânicas para desenvolver seus projetos, não me admiraria se Calatrava tivesse resgatado, em nível subliminar, o desenho e o comportamento da folha da Malícia ou Mimosa invisa para conceber o partido do Museu do Amanhã.

 


Retomando a percepção fornecida pelas imagens da área do entorno urbano é possível perceber, em alguns instantes do vídeo, uma ampla praça criando um vazio necessário para a contemplação do Museu e a transição entre o conjunto arquitetônico proposto e o existente.
Relembrando as primeiras informações divulgadas sobre o projeto, não posso deixar de me reportar a alguns fatos extraordinariamente importantes discutidos em novembro de 2008, quando o profissional cotado para desenvolver a proposta do Museu ainda era o  designer americano Ralph Appelbaum. Segundo o site JusBrasil, o Museu do Amanhã foi proposto naquela localidade com o objetivo maior de servir de elemento intermediador de uma proposta de requalificação urbana para a região portuária do Rio de Janeiro. Ainda segundo a mesma fonte, foi firmado um acordo de  cooperação técnica entre a Fundação Roberto Marinho e a Companhia Docas do Rio de Janeiro, que cedeu os armazéns 5 e 6 do Cais do Porto para serem transformados em sede do Museu e ajudar a revitalizar a região. O Goverdo carioca também cedeu o prédio da Polinter para o mesmo propósito.

O que realmente me deixou inquieto é que ficamos tão extasiados com a graciosidade do edifício que não nos demos conta de indagar sobre os méritos da proposta dentro de um contexto macro de desenho urbano. Claro que não sou ingênuo de pensar que a equipe de Calatrava não pensou em algo tão óbvio. Mais importante que o objeto arquitetônico em si é a articulação do mesmo com os demais equipamentos e usos existentes naquela região e com a cidade.
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O enfoque no edifício em detrimento do desenho urbano pode induzir a uma percepção reducionista sobre a abrangência e a importância da atuação do arquiteto como instrumento de (re)qualificação do espaço da cidade. Deste modo acredito que é de suma importância que a proposta geral de intervenção urbana seja amplamente divulgada pela mídia em geral e principlamente pela mídia especializada.
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Afinal é mister esclaracer que só se constrói um futuro para a cidade por meio de uma intervenção que estabeleça um diálogo franco com as urgentes necessidades da sociedade, respeitando-se a vocação urbana e a memória impregnada no acervo arquitetônico local.



1. Oliveira Júnior é arquiteto graduado pela UFPB, Mestre em Engenharia Urbana pelo PPGEU/UFPB e professor de projeto e urbanismo do curso de arquitetura do Centro Universitário de João Pessoa - Unipê.

Fontes:
http://www.piniweb.com.br/
www.jusbrasil.com.br

terça-feira, 29 de junho de 2010

Inspetoria do CREA-PB - Concurso Nacional

Acro Arquitetura



 
 
 

 
 
 

 
Ficha técnica:
Autores: Carol, Giuseppe Branquinho, Renan e Renata Caiaffo
Local: Campina Grande