terça-feira, 21 de abril de 2009

C. Rolim, O. Júnior, R. Nogueira e R. Vidal

Concurso Sede CREA-PR

































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IMPLANTAÇÃO
O projeto responde às demandas do programa arquitetônico e as condições do sítio, seu entorno, sua geometria, insolação e ventilação. Uma implantação que valoriza e se apropria de importantes referências urbanas da cidade de Curitiba, seu Centro Histórico, o Tribunal de Contas, a Prefeitura, o Museu Oscar Niemeyer no Parque do Polonês, o Palácio Iguaçu, sede do Governo Estadual, que são percebidos a partir das visuais da face norte do terreno, estabelecendo uma franca relação com o sítio urbano.
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Os acessos de pedestres e de automóveis estão separados e definidos no terreno pelo fluxo de circulação da Rua Mateus Leme. A implantação aproveita a área não edificante para criar um jardim.
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O conceito adotado cria um espaço de chegada aberto que permite a transparência e o fácil acesso da população, colaborando no entendimento da função pública da edificação. Os afastamentos estabelecidos por esse caráter público da implantação e pelo corredor de acesso das garagens possibilitam a edificação aproveitar a iluminação e ventilação naturais.
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PROGRAMA
A praça de chegada se prolonga no lobby do térreo e propicia espaço para atividades culturais organizadas tanto pelo Crea-PR como também pelas entidades que o compõe. Os serviços gerais e as instalações hidráulicas e mecãnicas estão distribuídos em um corpo central, elemento articulador do projeto, que concentra as baterias de banheiros, os shafts e a circulação vertical, facilitando o controle de acesso no lobby e aportando a estrutura do edifício.
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Ao Crea Curitiba foi destinado a porção posterior da edificação, com atendimento ao público no térreo e a administração no primeiro pavimento.
A área de eventos, ponto fulcral do funcionamento e do caráter público do Crea Paraná, situa-se nos dois primeiros pavimentos, destacado pelo lobby com pé direito duplo. Os andares imediatamente superiores foram reservados aos setores administrativos e distribuídos segundo um caráter hierárquico, destacando a área da presid~encia no pavimento de cobertura.
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Esses espaços foram tratados de forma a garantir fácil distribuição e flexibilidade, tanto pela opção estrutural adotada, como pelo uso de divisórias nos fechamentos vãos. O projeto permite facilidade de alterações de arranjos de layout devido a adoção de piso elevado, locação dos pilares nas extremidades e forro em grelha, facilitando a redistribuição dos ambientes sem prejuízo das instalações e da iluminação.
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Está previsto a construção de um pavimento semi-enterrado para as funções de apoio e de estacionamentos em um subsolo. Foi reservada uma área técnica para equipamentos de ar condicionado no sexto pavimento e próximo a casa de máquinas dos elevadores.
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PARTIDO
A proposta arquitetônica se organiza através da circulação de três elementos estruturadores: a casca-abrigo, a pele filtro e a marquise passarela.
A fachada sul é o pano de fundo que envolve o edifício, uma face mais silenciosa que se une a caixa de coberta e cria uma casca para abrigar o corpo central. nessa face os rasgos da empena geram as marquises que protegem as esquadrias. Como dobraduras, erguem-se estabelecendo ritmo e qualificando o conforto térmico.
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A pele de vidro recebe a proteção de brises em madeira de reflorestamento para amenizar a sensação de ofuscamento da incidência solar. Essa proteção garante aos andares de estações de trabalho a manutenção da vista exterior permitindo a transparência sem comprometer o conforto térmico da edificação.
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O balanço desta estrutura confere um caráter monumental à arquitetura além de gerar uma perspectiva que conduz o olhar do observador para a plenária, ponto focal e conexão entre a casca e os brises.
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O volume da plenária se prolonga até o nível do piso da presidência e recebe um jardim sobre o topo. As varandas triangulares voltadas para oeste configuram-se como mirantes que permitem um contato mais franco com a cidade e reforçam o diálogo com o entorno urbano, descortinando as visuais do Centro Cívico e possibilitando a contemplação do extraordinário pôr do sol.
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A marquise de acesso se prolonga através de uma passarela que define a marcação de entrada coinvidando e conduzindo os usuários a partir da calçada. Uma estrutura leve, solta do solo natural, permitindo a iluminação das áreas do subsolo. Essa marcação de chegada se estende desde o limite do terreno até se transformar na casca do Crea Curitiba, dando continuidade compositiva a arquitetura.
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Os terraços irrompem a caixa de madeira, nas fachadas norte e leste, imprimindo dinamismo ao corpo volumétrico, estabelecendo uma relação de equilíbrio entre cheios evazios e promovendo intencional descontinuidade e heterogeneidade.
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CONCEPÇÃO ESTRUTURAL
O conjunto possui uma base em concreto protendido apoiado nos pilares com capitéis nos pavimentos inferiores. Nos pavimentos superiores foi adotado uma modulação em estrutura metálica de 7,50m x 18,00m, permitindo uma vedação em vidro na face com as melhores visuais do entorno urbano.
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DIRETRIZES ECO SUSTENTÁVEIS
A construção corresponde a excelência tecnológica das profissões abarcadas pelo Sistema CONFEA - CREA's e que responde às questões ambientais e de acessibilidade, tanto no partido arquitetônico quanto na produção do edifício. O projeto estabele critérios de sustentabilidade na cadeia produtiva da construção civil e prioriza a utilização de materiais produzidos na própria região.
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Os perfis metálicos são pré fabricados e montados no local, em um processo racional que utiliza parafusos em detrimento do uso da solda. As divisórias industrializadas dispensam o uso de pinturas, diminuindo os custos de manutenção. A industrialização da construção promove a economia de escala, reduz o tempo de execução e o desperdício de materiais na obra. O projeto incorpora recursos passivos ao utilizar orientação adequada, isolamento térmico, proteção solar nas jenelas e vedações, ~direcionar as principais aberturas para a direção dos vemtos dominates na região.
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Devemos destacar o papel do projeto arquitetônico no contexto das cidades sustentáveis e os parâmetros a serem seguidos relativos à consciência do Global Warming e que a arquitetura deve revelar esse conceito em sua essência. A proposta incorpora técnicas de utilização de energia solar para o aquecimento da água, além da captação de de águas pluviais na coberta e o seu reaproveitamento e reuso para manutenção dos jardins e limpeza.
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Uma construção que possa reduzir os impactos dos edifícios sobre os seus usuários e o meio ambeinte. Um projeto baseado na experiência construtiva do prédio representativo das profissões técnicas da cadeia da cosntrução civil e que se aporta na valorização da cultura local ao dialogar com o caráter urbano de Curitiba.
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Ficha técnica
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Arquitetura: Cristiano Rolim, Oliveira Júnior, Ricardo Nogueira e Ricardo Vidal
Estagiários: Davi de Lima (coordenação), Alberto Oliveira, Diego Poshar e Rafael Targa
Maquete: Rafael Targa
Croquis: Oliveira Júnior
Local: Curitiba - PR
Ano: 2009

sábado, 18 de abril de 2009

Rintala Eggertsson Architects

Element House - Instalação arquitetônica
Anyang Resort, Bisan Urban Natural Park - South Korea







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Esta estrutura arquitectónica, situado em um vale de rio marca uma ponta de um parque florestal e da área metropolitana de Seul, foi edificada para oferecer um refúgio e uma experiência sensorial para as pessoas que cruzam o seu caminho em direção à natureza ou retornando de volta à cidade, é um espaço convidaditivo para os usuários do Anyang Resort.
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O maior e principal ambiente é espaço cúbico feito em aço. Ele conduz a quatro pequenas salas de madeira situada em quatro níveis diferentes, a partir de uma cave para um sótão. Cada pequeno espaço inclui uma sugestão para a utilização e presença simbólica de um dos elementos básicos (fogo, água, ar, terra). Os principais materiais escolhidos, aço ferruginoso e madeira, imitam as cores da natureza circundante.
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Em um dos quartos há um trabalho confeccionado em concreto colorido pelo artista norueguês John Roger Holte. O projeto pretende criar um mundo interior onde lembranças e até mesmo sonhos podem ter seu momento e lugar. É reunindo um arquétipo de uma casa, o movimento no espaço e o modo de expressão dos quatro elementos básicos numa colagem tridimensional . O elemento é feita para os transeuntes que querem parar, descansar e explorar suas próprias percepções através da utilização de um simples espaço feito de matéria e luz.
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Ficha técnica
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Arquitetura: Rintala Eggertsson Architects

domingo, 12 de abril de 2009

Ana Gabriella de Freitas

Casa Noturna em João Pessoa - PB








Implantação e Coberta

Um dos pontos primordiais para a elaboracao da proposta do anteprojeto para a Casa Noturna foi a insercao do edificio no terreno, buscando o melhor aproveitamento da area e sua interacao com o meio externo.
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Por se tratar de um terreno irregular, a edificacao, que prima pela forma pura do quadrado, foi implantada de forma a respeitar o recuo frontal de cinco metros.
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A melhor orientacao para o bloco em relacao a insolacao e ventilacão predominante foi analisada, para garantir o melhor conforto termico aos ambientes. Portanto, a Casa Noturna foi locada de maneira a receber a ventilacao sudeste, privilegiando as areas de setor social.
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Na area externa foram criadas as areas de empracamento com canteiros e um banco em semicirculo, bem como os estacionamentos de servico, contando com 5 vagas, alem do estacionamento para os artistas, com 3 vagas. Na porcao oeste, foram locadas as areas de lixo e gas.
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As aberturas do subsolo, com estrutura metalica e policarbonato também podem ser observadas na implantacao. A paginacao dos passeios foi feita com blocos de concreto intertravados, com pigmentacao na cor cinza.
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A coberta da edificacao e toda em laje impermeabilizada, assim como as marquises que formam o conjunto. Na coberta sera instalada a central de ar para colocacao dos equipamentos de ar split, circundada por um gradil tipo brise da Hunter Douglas, cujo acesso e feito por um alcapão localizado acima da escada de servico.
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Subsolos

Os pavimentos Subsolo 01 e 02, a 3.00 e 6.00 metros abaixo do nivel 0.00 respectivamente, foram criados para suprir o numero minimo de vagas exigidos pela STTrans. Considerando que o anteprojeto da Casa Noturna esta sendo proposto para um publico de 400 pessoas e estabelecendo a relacao de 1 vaga para cada quatro pessoas, temos um total de 100 vagas exigidos por lei. Para tanto, foi necessario propor dois subsolos que totalizaram 133 vagas
para carros, das quais 2 vagas sao adequadas para PNE (portadores de necessidades especiais) e 55 vagas para motos.
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O subsolo 01 é ocupado pelo estacionamento, por um depósito e pelo poco do elevador. No subsolo 02, alem do estacionamento e do deposito, encontra-se tambem a area reservada para os geradores.

Uma circulacao vertical foi criada interligando os dois subsolos e permitindo a acessibilidade, haja vista tratar-se de um a rampa com inclinacao de 8,33%. E por meio desta que se tem acesso ao pavimento terreo.
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A ventilacao e iluminacao desses pavimentos foram feitas por meio de aberturas que se repetem desde o pavimento terreo, permitindo a aeracao do ar.


Pavimento Térreo
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O terreo encontra-se no nivel 0.50, abrangendo todo o setor administrativo e de servicos, o hall de acesso social e dos artistas, os caixas e o bar principal, bem como o palco, camarim e a bateria de banheiros femininos e masculinos Neste pavimento se observa a setorizacao dos espacos, diferenciando os acessos e circulacoes.

O acesso social e feito pela entrada principal, abrigada por uma grande marquise em concreto e marcada por uma passarela em madeira de 3 metros de largura e 30 metros de comprimento, um amplo espaco com intuito de evitar-se o tumulto e desconforto, no caso de filas, durante o funcionamento da Casa Noturna.
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Na lateral esquerda, o acesso dos artistas e feito por uma rampa ligada diretamente a uma circulacao que da acesso ao palco e ao camarim, evitando o cruzamento com o publico. O camarim e composto por uma sala e um lavabo, adaptado para PNE, contribuindo para o conforto e comodidade dos artistas.
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O acesso de servico e feito pela porcao posterior do estabelecimento, onde tambem se concentra todas as areas de apoio e administracao.
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Area Social
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O setor social no terreo inclui o espaco ocupado pelos caixas, pelo salao bar e pelo lounge, alem dos banheiros femininos e masculinos.
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O salao e composto pelo bar, pela area das mesas e palco, pelas escadas e elevador. O lounge se configura em uma area mais reservada e intimista. Os banheiros possuem ampla area, todos adaptados aos portadores de necessidades especiais.
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Todas as circulacoes estao projetadas de forma a permitir o livre acesso a qualquer individuo, possibilitando o giro da cadeira - de rodas.
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Servicos
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O setor de servicos compreende o almoxarifado, que inclui o deposito de bebidas, o deposito de alimentos e o DML; uma pequena area de servico, para execucao de servicos gerais; os vestiarios feminino e masculino, adaptados para PNE; a cozinha, incluindo a despensa, integrada ao bar e a praca de garcons atraves de um passa-pratos. Todos esses ambientes estao interligados por uma circulacao central de servico.
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Administracao
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O setor administrativo abriga a sala de administracao com banheiro; uma sala de descanso, permitindo ao proprietario do estabelecimento usufruir de conforto em seu ambiente de trabalho; uma sala de reuniao, ligada a administracao e com acesso direto a circulacao de servico; e uma sala de processamento de dados (CPD).
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Primeiro Pavimento – Terraço Bar
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No primeiro pavimento (+4.15m) encontra-se o Terraco Bar, area aberta do estabelecimento, que promove uma interacao e um dialogo com a paisagem e o entorno imediato. Trata-se de um espaco mais descontraido, composto de uma ampla area para mesas, um ambiente de jogos, bar e um lounge.
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O Hall de acesso e os banheiros, dois lavabos adaptados para PNE, sendo 1masculino e o outro feminino, compoem nesse pavimento, juntamente com as circulacoes verticais, o unico bloco fechado. A diferenciacao de pisos nesse ambiente, ora em porcelanato rustico, ora em marmore boticino tratado, promovem uma delimitacao dos espacos sem que seja necessario a construcao de barreiras fisicas.
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O bloco central e todo revestido em madeira ipe ripada, completando a interacao com a paisagem circundante.




Segundo Pavimento – Boate
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O terceiro pavimento abriga a Boate do estabelecimento proposto, uma caixa fechada, com pequenos rasgoes de iluminacao, composta pela pista de danca, cabine do Dj, banheiros feminino e masculino, lounge e bar.
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Nesse pavimento, a iluminacao representa o grande diferencial do ambiente, apresentando-se portanto, uma planta de forro com indicacoes do funcionamento do sistema a ser adotado. E importante lembrar que a especificacao da iluminacao e acustica nesse trabalho estao aqui indicadas como diretrizes a serem seguidas na concepcao futura dos projetos de interiores, acustico e luminotecnico, haja vista que tais solucoes necessitariam de uma concepcao mais detalhada.







Corte transversal
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Corte longitudinal

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Ficha técnica
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Trabalho Final de Graduação
Instituição: Unipê
Ano: 2008
Orientador: Oliveira Júnior
Imagens: Rafael Targa